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Noites Instinto Coletivo – Quanto Vale o Show?

Reinventar-se é preciso. Já sabemos que tem música boa na cidade. Autoral, independente, linda. Mas algo falta para que o público se sinta motivado a entrar nos lugares onde essa música está sendo tocada ao vivo. Mas o que seria?

Eis para que surge o Instinto Coletivo, formado pelos artistas da música Marcelo Soir e Duda Spínola, pela banda Ronco, DJ Bigbross e a artesã Andreza Lira, da Dipapel Ateliê. Juntos, esse grupo vem buscando caminhos e ações necessárias para aproximar os trabalhos desses artistas de seus respectivos públicos – e as Noites Instinto Coletivo – Quanto Vale o Show? são a primeira iniciativa nesse sentido.

O coletivo convidou a artista Caru para abrir a primeira noite, estrelada por Marcelo Soir. O público presente amou o que viu e já procura saber mais. Mas aqui entendemos que não basta o público se envolver com o artista: é preciso que o artista se envolva com o público.

Eis a proposta. Se você gostou, curta a fanpage e fique ligado na agenda de agora em diante!

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Noite incrível no Blues na Faixa

Antes de mais nada, agradecer aos comparsas da RestGate Blues, uma banda FODA de blues autorais e covers que nos convidou para abrir a noite do dia 13 de abril! A noite foi incrível, com público envolvente e o clima sempre sensacional do Irish Pub de Salvador!

Ao meu lado, uma gig enxuta que preencheu o ambiente com som e espírito: Sapo Neville (percussão) e Marcelo Fonseca (violino) transformam a noite em luz!

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Uma noite no Beatles Social Club

A convite de Giorgio Servius, da (excelente) Rice of Party Club Band – e que também é responsável pelo rango SUCESSO que tá rolando agora na varanda do The Dubliners Irish Pub (Rio Vermelho, Salvador-BA), compareci ao Beatles Social Club nessa terça, 26/01. Convoquei o irmão Zé Pimenta, da Euzaria T-Shirts e recrutei o sanfoneiro Dinho pra essa jornada. Quer saber o resultado?

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“Rio Comprido” – Diário de Produção #01

[Some EU and UK friends asked for
an English version. So I made it
and you can find it at the bottom]

Quando, em conversa reservada, o produtor alemão Thomas Gay me disse: “Seu jeito de tocar e cantar são uma surpresa para mim e eu gostaria de vê-lo fazendo algo diferente do que faz na sua banda”, a semente para este trabalho estava plantada.

O próximo álbum será o primeiro a transparecer minha essência. O recém-lançado O Moinho – embora todo produzido por mim – ainda carrega certa influência da minha ex-banda e talvez seja uma excelente forma de enxergar como eu pensava que a Grux deveria soar.

Mas agora é fundamental que eu parta “do zero”. Por isso, o novo álbum será minimalista, gravado com um mic Shure SM57 e um violão Martin DC-15E, na sala do apê onde vivo. Os sons externos que vazarem serão mantidos. A música deve ser real, autêntica.

Eu poderia usar mais recursos? Sim, claro. Poderia gravar em um estúdio – com latência zero e outros preciosismos ditados pela Indústria Fonográfica ao longo dos anos? Claro que poderia. Mas não o farei, pois estou cansado de tanta plasticidade desnecessária. E acredito que vocês também já estejam cansados de tanta coisa fake no mundo.

Então é isso: sejamos autênticos. Mantê-los-ei informados nos próximos posts: namastê!

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